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Certificados

ONA

Referência em atendimento materno infantil, o Hospital Universitário recebeu em julho de 2020 o certificado de acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 1. Trata-se do reconhecimento da mais importante e respeitada entidade avaliadora da qualidade dos serviços de saúde do País, integrante de organizações internacionais que atuam nos Estados Unidos, França Canadá e Reino Unido.

A avaliação minuciosa esteve centrada na condução que o Hospital Universitário oferece à segurança do paciente e qualidade da assistência prestada, considerando os recursos disponíveis e sua complexidade. A conquista deste certificado demonstra o  comprometimento e a transparência quanto à qualidade dos serviços oferecidos, transmitindo maior confiança aos pacientes e a comunidade.

A acreditação do Hospital Universitário é válida por dois anos e será acompanhada pelos avaliadores por meio de visitas periódicas de manutenção. O processo de acreditação é de caráter voluntário e educativo, não configurando uma fiscalização. No decorrer da avaliação todas as áreas da instituição são visitadas e mais de 1,7 mil requisitos verificados antes da homologação da acreditação.

 

HOSPITAL AMIGO DA CRIANÇA

O Hospital Universitário de Jundiaí foi considerado apto pela Coordenação Nacional da Saúde da Criança e do Aleitamento Materno do Ministério da Saúde a receber a certificação da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) em abril de 2019. O título é concedido pelo Ministério da Saúde aos hospitais que cumprem os 10 passos para o sucesso do aleitamento e que cumprem os critérios do Cuidado Amigo da Mulher, da NBCAL e o direito ao acesso, permanência e participação da mãe, do pai ou responsável nas unidades que prestam cuidados aos bebês graves e potencialmente graves.

Para ser amigo da criança, o hospital deve também respeitar outros critérios, como o cuidado respeitoso e humanizado à mulher durante o pré-parto, parto e o pós-parto, garantir livre acesso à mãe e ao pai e permanência deles junto ao recém-nascido internado, durante 24 horas, e cumprir a  Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças na Primeira Infância (NBCAL).

Bebês que nascem em Hospital Amigo da Criança têm menos chance de sofrer intervenções desnecessárias logo após o parto, como aspiração das vias aéreas, uso de oxigênio inalatório e uso de incubadora. O contato pele a pele com a mãe logo após o nascimento, a amamentação na primeira hora de vida, ainda na sala de parto, e o alojamento conjunto também ocorre com mais frequência em Hospitais Amigos da Criança do que em maternidades que não têm o título.

Nascer em Hospital Amigo da Criança também faz diferença nos indicadores de aleitamento materno. A duração média do aleitamento materno exclusivo (oferta apenas de leite materno para a criança até o 6º mês de vida) em crianças que nasceram nesses hospitais foi de 60,2 dias, contra 48,1 dias em crianças que não nasceram em Hospital Amigo da Criança. A pesquisa revelou ainda que nascer em hospitais com o título aumenta em 9% a chance de o recém-nascido ser amamentado na primeira hora de vida.

 

HOSPITAL AMIGO DO MEIO AMBIENTE

O projeto “Viabilidade econômica da substituição de lâmpadas fluorescentes para tecnologia LED em hospital de atendimento materno infantil”, implantado pelo Hospital Universitário de Jundiaí (HU), recebeu o Prêmio Amigo do Meio Ambiente 2017, concedido pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. O HU concorreu com 116 projetos de 10 estados brasileiros, ficou entre os 15 melhores avaliados e conquistou a categoria “Organização Premiada”.

O projeto inscrito pelo HU foi realizado em 2016, com objetivo de gerir de forma eficiente a energia elétrica, reduzindo consumo, gastos e, principalmente, causando menor impacto ao meio ambiente. O hospital tinha em sua estrutura 1.965 lâmpadas fluorescentes de baixa eficiência e, por meio do departamento de engenharia predial do HU, foi elaborado um diagnóstico energético das instalações, para redução de custos. A partir desta iniciativa, foi feita a substituição para tecnologia LED nos meses de julho e agosto de 2016.

Os resultados foram analisados por um período de 12 meses após a troca da iluminação. Constatou-se que além de ter uma vida útil maior (fluorescente= 7.500 horas/LED=40.000), a substituição não exigiu aumento da demanda energética contratada, que é de 300kW/h, nem mesmo nos períodos de maior consumo, ou seja, entre os meses de outubro a março. No ano anterior, antes da implantação do projeto, o aumento da energia contratada girava em torno de 10% a mais em cada mês deste período.

Outro aspecto relevante do projeto é relacionado aos cuidados com o paciente. As lâmpadas de LED proporcionam maior segurança, uma vez que operam em baixa tensão, além de não emitirem radiação ultravioleta e possuir grande resistência a impactos e vibrações. 


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